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Para os caieirenses que pensam ou pretendem seguir para o município vizinho de Franco da Rocha, dono do maior centro comercial da região em busca de maiores e melhores ofertas de produtos e mercadorias para o final  de ano, precisa ter um “saco de paciência” bem grande.

A cidade esta um verdadeiro caos urbano nunca antes visto na história de Franco da Rocha com obras que parecem não terminar nunca, buracos que se abrem aqui, outro ali, o trânsito é desviado pra cá e pra lá, sinalizações que (des)sinalizam e de caixinha ainda corre um sério risco de retornar pra Caieiras com uma multa de lembrança.

Nem mesmo depois da reportagem da TV Record em 07 de janeiro de 2014 mostrando o caos que encontrava-se a cidade praticamente nada mudou,  parece até que piorou pois bastou uma rápida chuva em 3 de novembro de 2014 para a cidade ficar ilhada.  

O caieirense  acostumado com a funcionalidade de  sua cidade onde pedestres e veículos ocupam cada qual seu espaço,  acostumados com uma cidade onde as obras começam e terminam numa velocidade impressionante como foi  caso das complexas instalações de  tubos de capitação de águas pluviais em toda vasta área  central em 2013, onde a mobilidade urbana não é impactada devido as obras serem bem planejadas, sinalizadas e articuladas com o departamento do transito, obras bem orientadas pelo departamento de publicidade e marketing, e o principal, bem explicadas  em reuniões com a sociedade civil  visando minimizar todos os impactos, se depara com uma situação totalmente inversa em Franco da Rocha.

Eu, que sou obrigado a ir pra Franco da Rocha quase todos os dias atender vários clientes na cidade, não tenho outra saída a não ser ir de trem, isso mesmo, chega a ser cômico se não fosse trágico, em pleno século XXI o único meio de transporte rápido para quem pretende entrar e sair do centro de Franco da Rocha com certa agilidade, é o trem. Pois se insistir ir de veiculo próprio vai ter que enfrentar um transito caótico, sem sinalização, sem lugar para estacionar, e se chover corre um risco de ficar ilhado.

E não é só, o caos no transito na área central de Franco da Rocha chega a avançar em quase 15 quilômetros atingindo o lado sul de Caieiras próximo ao bairro de Vila Rosina, como é de conhecimento,  faz o dever de casa, mas sofre com a imobilidade urbana do município vizinho.

Enfim, como já conheço de muitos carnavais esse tipo de obras “pra inglês ver”, esse problema vai perpetuar por pelo menos próximo das eleições de 2016. Enquanto isso o ônus do (des) governo petista fica prá nós, simples trabalhadores que dependem diuturnamente da organização da cidade pelo poder publico para honrarmos os compromissos em tempo hábil. Em outras palavras, o governo daria uma contribuição enorme se somente não atrapalhasse quem apenas quer trabalhar.